Quem somos?

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De Plutão. Da Terra. Do passado, presente e futuro. De onde viemos? Para onde vamos? Este não é um blog sobre filosofia, mas é filosofia, é pensamento, são inquietações, são provocações de todo tipo, são perguntas sem respostas, são respostas sem perguntas, são viagens reais e imaginárias pelo interior de seres extraterrestres naturais da Terra. Mulheres. Somos mulheres e homens também. Propomos que saia do seu mundo e adentre o nosso, mas venha de porta aberta e saia quando quiser, somos profundamente a favor do “entra e sai” de pessoas aqui e na vida. Por essa descrição o que você conclui ao nosso respeito? Que somos loucos? Ok, seja bem-vindo! Perturbe a vontade!

sábado, 5 de maio de 2012

Orai e vigiai!


É de praxe todos os dias eu dar uma passeada pelo meu feed de notícias no facebook, e venho prestando atenção na quantidade de besteiras que rola por lá, com a orkutização era esperado que isso acontecesse. As pessoas tem preguiça de falar o que pensam ou não pensam, portanto, não tem o que falar e acabam resumindo suas postagens a compartilhamentos e mais compartilhamentos. Tudo bem, sei que há pessoas que são “casos perdidos” nem há o que esperar delas. O grande problema são aquelas que parecem inteligentes, estudam, trabalham, tem miolos, mas não usam, daí vem o título dessa postagem, que não tem fundo religioso, nem doutrinário de coisa alguma. É apenas uma reflexão de como as pessoas se deixam influenciar por determinadas ideologias e fecham os olhos para o que se passa ao redor. Em se tratando de religião sou simpatizante de praticamente todas, na medida em que pregam o bem, mas não entendo quem seja praticante de uma e use redes sociais para pregar para o mundo, fazendo isso e somente isso em todas as postagens (me pergunto, será que só sabe falar disso?), da mesma forma acontece com os gostos musicais, gosto é inquestionável, embora, muitas vezes lamentável. Mas também questiono, como pode alguém ouvir o mesmo estilo a vida toda e de boca cheia, sem nenhuma referencia, dizer que é bom? No outro lado da moeda estão os que se acham cultos e apedrejam qualquer forma de manifestação popular, as festas, as músicas, as crenças populares e jogam tudo isso no calabouço da ignorância, por isso devemos procurar separar o joio do trigo para sabermos flutuar/mergulhar entre os diferentes espaços e extrair disso crescimento. A flexibilidade é coisa linda, rs!
Por isso, eu Olívia, sou feliz por querer crescer a cada dia! E foi assim que Hilda me descreveu:
“A pessoa mais descolada que conheço sabe ser original sem cair em nenhum rótulo ridículo. Não precisa ser da “cultura” nem popular, dança em cima de uma mesa ao som de Amy Winehouse e diz que nunca se divertiu tanto como numa festa de Zezo, o príncipe dos teclados. Ela é uma diva burlesca e uma burguesinha do sertão. Ela é Dita e Marinês. É periferia e é MUNDO!”



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