Quem somos?

Minha foto
De Plutão. Da Terra. Do passado, presente e futuro. De onde viemos? Para onde vamos? Este não é um blog sobre filosofia, mas é filosofia, é pensamento, são inquietações, são provocações de todo tipo, são perguntas sem respostas, são respostas sem perguntas, são viagens reais e imaginárias pelo interior de seres extraterrestres naturais da Terra. Mulheres. Somos mulheres e homens também. Propomos que saia do seu mundo e adentre o nosso, mas venha de porta aberta e saia quando quiser, somos profundamente a favor do “entra e sai” de pessoas aqui e na vida. Por essa descrição o que você conclui ao nosso respeito? Que somos loucos? Ok, seja bem-vindo! Perturbe a vontade!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O que vem depois?





Rapaz, a politicalha não acabou ontem?
Por que ainda tá rendendo tanto?
Bora voltar à vida normal meu povo! Os políticos já conseguiram o que queriam (voto)!
Agora é esperar a prefeitura limpar a imundície de papéis de campanha das ruas do Brasil, fazer as pazes com aqueles amigos de sempre (que você burramente brigou em favor de quem não tá nem aí pra você), esperar mais 4 anos e depois reclamar do que fulano ou sicrano prometeu e não cumpriu.
Para meu desespero, é nisso que se resume a participação política da maioria dos brasileiros. 
No entanto, política vai muito além do lado pessoal. É algo superior e, por isso, mais importante que preferências pessoais, votos vendidos e torcidas organizadas, separadas de acordo com a cor da camisa.
Política é mais importante do que entregar seu voto à alguém por conta de um favorecimento pessoal, afinal o governo daquela pessoa pode ajudar ou prejudicar a vida de muitas pessoas e não só a sua.
Política de verdade não é essa politicagem que vemos nas ruas. Não devia ser essa luta de egos entre políticos canalhas, envolvendo e engodando a sociedade de tal forma, que chega a gerar conflitos entre familiares. De fato, é algo onde todos perdem ou ganham.
Nos resta escolher com consciência e exercermos o nosso direito eleitoral depois da passagem do período de eleições. É na fiscalização, na cobrança, no acompanhamento de perto das políticas públicas, que atuamos de fato como cidadãos e fazemos valer de verdade os nossos direitos.
Isso é comportamento, consciência política! Não se deixar ser ludibriado, taxado de tolo. É não participar do circo armado para entreter a sociedade enquanto nada de necessário, de consistente é feito. É não se vender, não se enganar, não se iludir, não calar.
É lutar, bradar aos quatro ventos e acreditar sempre na possibilidade de ser ouvido, atendido e priorizado.
É não abandonar o sonho de um dia ter um país que nos faça ter orgulho de ser daqui.



Frida P.